O peido do porco


Eis que, após um dia estressante no trabalho e provas a noite na faculdade, tudo que mais quero é ir embora!!!

No ponto de ônibus me sento em um banco e um pouco mais a frente um cara, sentado de costas, conversa no celular. Até aí tudo bem, tudo normal, obrigada, até que eu escuto um sonoro PUUUUUMMMMM.

Putz, primeiro eu não acreditei no que eu ouvi, segundo que eu acho que o cara ficou tão envergonhado que até parou de falar no telefone por alguns minutos. Acho que ele não sabia que ía sair tão alto assim, eu estava em uma distancia de, mais ou menos, 3 pessoas sentadas e folgadas, ou seja, uma distancia considerável. Deve ter sido alto mesmo!

Eu comecei a rir, discretamente é lógico, e também fiquei com medo do mal cheiro né, afinal de contas, se foi alto daquele jeito, o que impedia de ser fedorento também? Mas não fedeu gente. Bom pro meu nariz, ele agradece.

Essa história toda de peido me fez lembrar de um vídeo que vi no YouTube muito ilário. Os caras tinham que fingir que estavam mortos pra sobreviverem, mas quando chega o momento do PUM, não tem fingimento certo. ahahahahahahahaha


4 comentários:

  1. hahahahhahahaha... demais amiga...hahahhaha...para começar o dia sorrindo...vlew!!

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  2. KKKKKK

    Olha, se tem uma coisa que aprendi com as flatulências do namorado é que: se faz baralho, não fede. A gente tem que temer os silenciosos!

    Bjoo

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  3. Natalia, se o cara desse o silenciso, acho que eu nem ficaria pra contar a historia kkkkkkk

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